sábado, 22 de setembro de 2007

Edital apóia inovação em empresas

Encontra-se aberta, até o dia 10 de outubro, a seleção pública de propostas para apoio a projetos de inovação tecnológica de interesse de micro e pequenas empresas, visando o aumento da competitividade, adensamento tecnológico e dinamização das cadeias produtivas. A seleção é feita pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Sebrae.
O objetivo da chamada é selecionar projetos de inovação tecnológica de interesse de micro e pequenas empresas, a serem executados por universidades, em cooperação com outras micro e pequenas empresas brasileiras inseridas em Arranjos Produtivos Locais (APLs) ou no âmbito das prioridades da Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), que são semicondutores/microeletrônica, software, bens de capital, fármacos, medicamentos, biotecnologia, nanotecnologia, biomassa e energias renováveis.

Há duas linhas de apoio para os projetos. A primeira linha diz respeito às micro e pequenas empresas inseridas em arranjos produtivos locais, cujo grupo deve ser formado por, no mínimo, três empresas. A segunda linha abrange as micro e pequenas empresas que tem atuação nas prioridades da PITCE.

O prazo de execução dos projetos é de 36 meses e os valores solicitados por proposta devem ser de, no mínimo, R$ 200.000,00 e, no máximo, R$ 500.000,00. Os valores incluem a previsão de material de consumo, softwares, equipamentos, importação, serviços terceirizados, patenteamento, obras e instalações civis, bolsas, entre outros. As micro e pequenas empresas deverão ter contrapartida financeira de 10% do valor total do projeto.

Mais informações sobre o edital podem ser obtidas em http://www.finep.gov.br/.

Mais jovens no ensino superior

O número de estudantes no ensino superior cresceu 13,2% de 2005 para 2006. Nos demais níveis, houve decréscimos (-4,5% no pré-escolar e -0,9% no ensino médio) e um ligeiro aumento (0,5% no ensino fundamental). Os dados são da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Apesar do maior acesso ao ensino superior, o país ainda tem um grande número de jovens analfabetos: 2,4 milhões. A maior concentração está no Nordeste, onde vivem 65% dos jovens analfabetos do país.
De acordo com o levantamento, apesar de o número de estudantes da rede pública ainda ser significativamente maior que o da rede privada (43,7 milhões contra 11,2 milhões, respectivamente), de 2005 para 2006, o total de estudantes na rede particular cresceu 7,5%; enquanto na rede pública diminuiu 0,7%. A expansão na rede privada foi mais forte no nível superior: 15,3%. Fonte: IBGE

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Concurso de bolsas para jovens do Coletivo Latino-americano de Jovens

O Projeto Coletivo Latino-americano de Jovens Promotores de Juventude, da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO), oferece bolsas de estudo com o objetivo de gerar espaços onde os jovens da América Latina e Caribe atuem e participem na produção de conhecimento sobre juventude. Podem se inscrever jovens entre 18 e 30 anos, que estejam interessados em estimular o conhecimento sobre a juventude, e que possam aportar visibilidade sobre este tema, influenciando a participação juvenil no desenvolvimento social, nas políticas públicas e programas sociais nos diferentes países.
As propostas devem ser criativas e analíticas, que tratem de realidades relevantes à juventude, e se priorizarão projetos com metodologias inovadoras. Se valorizará especificamente aqueles jovens que tenham condições para dar sustentabilidade ao Coletivo e cujo interesse no conhecimento não seja apenas acadêmico, mas que dê voz aos setores juvenis. Podem participar jovens dos seguintes países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Peru, República Dominicana e Uruguai . A quantia oferecida aos vencedores é de US$ 1.000 a US$ 5.000.
As propostas serão analisadas por um Conselho Internacional, anunciando a seleção final dos ganhadores em 30 de outubro. As inscrições devem ser feitas pelo site www.colectivojuventud.org até 17 de setembro.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Empresas Gaúchas - Vinícola Miolo

Em tempos de crise no setor público, nossos bons exemplos têm vindo do setor privado. As mudanças econômicas produzidas na serra do Rio Grande do Sul nos últimos vinte anos, onde várias empresas gaúchas tornaram-se referências nacionais e internacionais em seus negócios , merecem estudo e acompanhamento. Dentre as várias empresas que podemos citar, rendo uma pequena homenagem à Vinícola Miolo, que soube transformar dificuldade em prosperidade, com muita perserverança, capacidade de inovação e empreendedorismo.

Darcy Miolo (Sócio-Proprietário da Vinícola Miolo) e Eduardo Capellari

No final da década de 80, uma crise atingiu as cantinas gaúchas dificultando a comercialização de uvas finas e forçando a família Miolo, a partir de 1989, a produzir o seu próprio vinho para a venda a granel para outras vinícolas. Surge então a Vinícola Miolo. Alguns anos depois, em 1994, a empresa evolui para mais uma fase lançando seu próprio vinho. A primeira garrafa assinada pela família foi um merlot safra 1990, que na partida inicial teve 8 mil garrafas produzidas. O crescimento foi muito rápido. Tão rápido que a família percebeu que precisaria montar um plano ordenado de expansão para garantir um crescimento sustentável.
Para isso, era necessário centrar um plano focado na qualidade. A paixão pela vitivinicultura e o desejo de levar mundo afora o vinho fino brasileiro inspirou a família Miolo a tomar a decisão de expandir o negócio. Inicia-se então em 1998 o Projeto Qualidade. De lá pra cá a empresa não parou mais de crescer, com investimentos constantes na terra iniciado o Projeto de Expressão do Terroir Brasileiro, em tecnologia, em recursos humanos e no próprio consumidor.
Para a Miolo estar presente nas cinco principais regiões produtoras de vinhos finos do Brasil algumas alianças estratégicas foram feitas. O trabalho realizado em conjunto com a Empresa Lovara é um desses exemplos, que tem trazido resultados importantes no Vale do São Francisco e na Serra Gaúcha. O desenvolvimento do vinho RAR, com o empresário Raul Anselmo Randon, também merece destaque e reforça o conceito da Expressão do Terroir Brasileiro - que procura aproveitar a rica diversidade de climas e solos do país.
A Miolo tem o futuro organizado até 2012 através do seu Planejamento Estratégico, elaborado no ano de 2002. O documento apresenta como a empresa pretende cumprir seus objetivos a longo prazo, registra a missão, os princípios e a visão da Miolo em ser a referência do vinho fino brasileiro.
Para o sonho se tornar realialidade, metas foram traçadas nesse Planejamento Estratégico:
• ter 1000 ha de vinhedos próprios;
• produzir 12 milhões de litros de vinhos finos por ano;
• exportar 30% da sua produção anual;
• faturar R$ 150 milhões/ano;
• ser o maior negócio de vinhos finos do Brasil.

Inovação e desenvolvimento

Inovação e desenvolvimento
Gilson Schwartz
Guilherme Ary Plonski
O BRASIL novamente se defronta com o desafio histórico de realizar um salto de desenvolvimento: reservas internacionais em nível recorde, contas públicas contidas, ambiente internacional tenso -mas com vigor suficiente para dar dinamismo ao setor externo da economia, na iminência da premiação do país pelas agências globais de classificação de risco.
Como em poucas vezes na história deste país, estão dadas as condições de financiamento, inserção internacional e organização empresarial para aumentar significativamente a taxa média de crescimento econômico e de consumo popular.
De fato, em várias outras oportunidades, o país reuniu condições igualmente extraordinárias de crescimento -em alguns casos, falou-se até em "milagre". Como se sabe, no entanto, o bolo cresceu muitas vezes sem ser distribuído sequer razoavelmente.
E nunca é demais lembrar que o crédito, mesmo quando abundante, significa o adiamento de uma despesa, e não a elevação sem limites da capacidade de gasto (como estão aprendendo a duras penas os credores e devedores do sistema imobiliário norte-americano, com repercussões em todo o mundo). Os dados mais recentes do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) indicam uma espetacular taxa de crescimento, chinesa, no consumo e na renda de setores de menor renda na economia brasileira. As causas são amplamente conhecidas: da queda na inflação que tira do assalariado a canga mensal sobre o salário à expansão do crédito reforçada pela queda nos juros que a inflação menor permite, a receita do círculo virtuoso tem funcionado, em movimento amparado pela incessante acumulação de reservas num cenário internacional de liquidez abundante.
Porém, como sempre neste país, a questão central é agir para que a retomada do crescimento ocorra de forma sustentável não apenas na ótica macroeconômica clássica (inflação, câmbio e juros) mas sobretudo na perspectiva do desenvolvimento humano, ou seja, da distribuição de renda, poder e conhecimento.
A inserção virtuosa na globalização e a criação de novos mercados são condições para que o impulso ao consumo de massa, popular e da baixa renda dos últimos anos seja convertido em aumento da produtividade, do investimento e, cada vez mais, da inteligência nos negócios.
A complexidade e a competição inteligente formam um cenário inédito na história do capitalismo, a exigir de empresas, governos, universidades e organizações da sociedade civil novas competências de negociação, comunicação e redes de confiança.
As redes de informação e comunicação digitais podem cumprir uma função comunitária dando impulso a uma "inteligência cívica", resultado e requisito da inteligência nos negócios. Os desafios de formulação de políticas públicas e estratégias privadas de gestão dessas novas tecnologias constituem um fulcro da reconstrução da cidadania, da República e da solidariedade.
Há possibilidades de emancipação digital por meio da colaboração entre setor público e setor privado na solução dos problemas nacionais, do uso das tecnologias de informação e comunicação em favor do desenvolvimento humano e de um foco intensivo na inovação como elo entre crescimento econômico e distribuição de renda.
O país está preparado macroeconômica e institucionalmente para um salto de desenvolvimento, uma reconfiguração de seus domínios no espaço, no tempo e no universo digital. O salto não depende apenas da existência de recursos fiscais, de mecanismos de financiamento ou de descobertas científicas. Todos esses elementos estão presentes neste momento do século 21, mas o Brasil parece retardatário diante das economias de referência, os chamados Brics (com Rússia, Índia e China).
Nesses países as taxas de crescimento do consumo, do investimento, das reservas internacionais e de bem-estar social estão associadas, se é que não resultam mesmo, de taxas igualmente aceleradas de desenvolvimento tecnológico, científico e educacional. Nos três casos, as parcerias entre setor público, setor privado e instituições de ensino e pesquisa são evidentes e cada vez mais intensas. Cabe à sociedade brasileira assumir o desafio e constituir uma nova cidadania fundada no conhecimento, na cultura, na educação e na tecnologia.
GILSON SCHWARTZ , economista, sociólogo e jornalista, é criador e líder do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento ( www.cidade.usp.br ), da Escola de Comunicações e Artes da USP, e professor de iconomia da USP. Autor do livro "As Profissões do Futuro" (Publifolha, 2001).

GUILHERME ARY PLONSKI , engenheiro, é coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da USP, professor titular da Faculdade de Economia e Administração e professor associado da Poli, ambas da USP. Foi diretor superintendente do IPT (2001-2006).

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Brasil e Argentina abrem novos programas de pós-graduação

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) e a Secretaria de Políticas Universitárias do Ministério de Educação, Ciência e Tecnologia da Argentina (SPU) assinaram quarta-feira, 29, em Brasília, dois acordos para implementação de programas conjuntos na pós-graduação. As áreas atendidas são engenharias, ciências da computação e informática. Os editais de seleção estão previstos para o dia 10 de setembro.
O primeiro deles, o Colégio Doutoral Brasil-Argentina, contemplará, na primeira etapa, as áreas de engenharias, ciências da computação e informática. O programa permitirá o reconhecimento mútuo de títulos dos estudantes de doutorado selecionados. O reconhecimento ocorrerá dentro da modalidade de co-tutela, onde o aluno permanece na instituição de destino por, no máximo, 18 meses. O estudante poderá ter o reconhecimento oficial dos títulos conferidos em ambos os países, de acordo com a convenção de co-tutela de tese, assinada pelas instituições brasileiras e argentinas.
Já na categoria de co-orientação, o doutorando deverá permanecer na instituição de destino pelo período máximo de 12 meses, desenvolvendo atividades sob a supervisão de um co-orientador, não tendo garantido o reconhecimento, pela Argentina, do título obtido no Brasil. As regras valem da mesma forma para os estudantes argentinos selecionados para estudar no Brasil.
O outro programa é o de Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil-Argentina (CAFP-BA), que vai financiar projetos conjuntos de cursos de pós-graduação de instituições de ensino superior dos dois países. As propostas apresentadas podem abranger todas as áreas do conhecimento.
Para o secretário da SPU, Alberto Dibbern, há uma grande expectativa em relação a essas duas novas iniciativas. “Acreditamos que poderemos fortalecer os cursos por meio desse trabalho conjunto. Primeiro priorizamos três áreas, depois outras poderão ser acrescentadas”, afirmou. De acordo com o presidente da Capes, Jorge Guimarães, os dois países têm bom desempenho acadêmico, mas, ao mesmo tempo, apresentam acentuadas deficiências quantitativas de recursos humanos. “É uma excelente oportunidade dos cursos de pós-graduação realizarem a capacitação de pessoal qualificado com benefícios mútuos”, explicou. (Fonte: www.mec.gov.br)

domingo, 26 de agosto de 2007

Comissão Fulbright oferece bolsas de estudos no exterior

Para aqueles que querem estudar nos Estados Unidos, mas não tem condições de arcar com os custos, iniciaram na sexta-feira, dia 24, as inscrições para o Programa de Bolsa de Estudos nos Estados Unidos para Tecnólogos, promovido pela Comissão Fulbright do Brasil.
Serão oferecidas até 50 bolsas para brasileiros nas áreas de Administração, Gerenciamento de Negócios, Turismo, Hotelaria, Comunicação, Tecnologia da Informação e Tecnologias na área de Engenharia. Os alunos podem estudar em instituições norte-americanas de ensino superior voltadas para a formação de tecnólogos, os Community Colleges.
A oportunidade oferece bolsa de estudo de um ou dois anos aos alunos matriculados em programas de cursos técnicos superiores (com duração de dois ou três anos acadêmicos), em instituições reconhecidas pelo MEC.
Os requisitos são: possuir um nível intermediário de proficiência em inglês, ter nacionalidade brasileira e concluir 25% a 50% do curso, até o final deste ano.
Os selecionados receberão auxílio mensal para cobrir todas as despesas de permanência, moradia e alimentação, o pagamento das taxas escolares, seguro saúde e passagem área. Também será oferecido curso de inglês com duração de até dois meses nos Estados Unidos, dependendo do nível de conhecimento prévio de inglês do bolsista, antes do início das atividades.
Este é a segunda edição do Programa, que no ano passado ofereceu 12 vagas. As inscrições podem ser feitas até o dia 1 de outubro, no site http://www.fulbright.org.br/.

Brasil tem 1.078 cursos de Direito com 223,2 mil vagas

O Brasil já conta com 1.078 cursos de Direito, que oferecem anualmente 223,2 mil vagas. São Paulo tem 229 cursos. Em segundo lugar, aparece Minas Gerais com 131. O levantamento foi feito pela Comissão de Ensino Jurídico da Ordem dos Advogados do Brasil, com base em dados do Ministério da Educação. Para a entidade, os números só confirmam a preocupação com a proliferação de cursos e a má qualidade do ensino jurídico no país.
A região Sudeste, a mais rica do país, concentra 55% das vagas ofertadas em todo o país: 120,9 mil. A região responde por 46% dos cursos, apresentando um total de 496 faculdades. Sozinho, o estado de São Paulo responde por mais de um quarto (28%) das vagas por ano, ao oferecer 64,1 mil. E tem 21% de todas as faculdades brasileiras, que somam 229.
No outro extremo está a região Norte, contabilizando 59 faculdades de Direito, ou 5,4% do total de cursos. Os sete estados da região (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) respondem por apenas 5,5% do total de cadeiras ofertadas para o ingresso dos cursos jurídicos: 12,3 mil vagas.
Acre e Roraima são os que menos oferecem vagas. Talvez também pela procura menor. Cada um tem três faculdades que oferecem, respectivamente, 340 e 270 vagas. (Fonte: Revista Consultor Jurídico, 21 de agosto de 2007)

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Concurso Inovação na Gestão Pública Federal

A ENAP Escola Nacional de Administração Pública em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão lança este ano o 12º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal.
O Concurso visa estimular, por meio do incentivo, reconhecimento e divulgação das iniciativas premiadas, a implementação de práticas inovadoras de gestão em organizações do Governo Federal. Dessa forma, busca-se a valorização dos dirigentes, gerentes e servidores, certificando a efetividade no setor público e a sua capacidade em responder e gerar resultados para a sociedade.
Clique aqui para acessar ao Manual com o Regulamento e as instruções para inscrição na 12ª edição do Concurso.Clique aqui para inscrever a sua iniciativa.
Para maiores informações:concurso.inovacao@enap.gov.br

Ministério da Ciência e Tecnologia realiza congresso para discutir biodiesel

Estudantes, pesquisadores e técnicos dos setores público e privado estarão discutindo questões relacionadas ao biodiesel - desenvolvimento sustentável, agricultura, caracterização e controle de qualidade, armazenamento, produção, co-produtos e uso. O debate acontecerá de 27 a 29 de novembro durante o 2º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel.

O congresso, uma realização do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) em parceria com a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti), será realizado na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília. Em 2005, a Abipti, com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico do MCT, implementou o projeto de consolidação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel. No mesmo ano, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) criou o portal do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. O portal de Biodiesel, hospedado pelo Ibict, foi elaborado com o objetivo de desenvolver tecnologias de inovação nas áreas de plantio, produção, armazenamento e desenvolvimento sustentável.

O site traz informações de empresas que trabalham com o biodiesel, relação de equipamentos e materiais para a produção e também é um ambiente no qual as pessoas interagem e encontram informações sobre parceiros e investidores. Só em 2006 o portal teve mais de 221 mil acessos. Para participar do 2º Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel, os interessados devem enviar artigos para a Comissão Técnico-científica até o próximo dia 17. Só serão consideradas as propostas encaminhadas pelo seguinte e-mail: congresso.rbtb@abipti.org.br / (Fonte:www.brasil.gov.br/emquestao).